A Nanami fica de repente sozinha e sem casa, pois o seu pai fugiu deixando um monte de dívidas por pagar. Enquanto pensa no que vai fazer, surge um homem de cabelo branco que lhe pede ajuda a enxotar um cão. Ouvindo o problema dela, o homem oferece-lhe um sitio para ficar. Dá-lhe um papel com uma morada, indicações para dizer que vem da sua parte e um beijo na testa.

A morada conduz a Nanami a um templo. Rapidamente descobre que o homem era uma divindade que não tem vontade de continuar o seu trabalho e lhe passou essa função. No templo vivem outras divindades, duas das quais aceitam imediatamente a recém-chegada e outra de todo não. Tomoe costumava ser um demónio raposa e tem um péssimo feitio. Mal se conheceram, Nanami e Tomoe começam logo a discutir.

Há que louvar a forma simples como iniciaram a história: ah e tal precisamos de uma razão para ela se submeter a ir viver para um templo, aceitem esta explicação e não chateem! Sim, é uma história triste, mas isto é uma comédia romântica e pormenores desses não interessam. Gosto disto, viva a honestidade.

E tem realmente piada. O Tomoe é totalmente diabrete e com mua feitio e não será fácil para a Nanami conquista-lo. Cheira-me que será dificil para ela admitir gostar dele, mas a ver vamos.

Bastantes piadas, bom humor e não muitas preocupações com pormenores de aceitar a nova vida e bla bla bla.

A animação está muito razoável e o design interessante. Fiquei com vontade de ver mais do Tomoe.