Tóquio 2039. Após uma crise devido a um virus, o Japão perdeu a sua autonomia para uma multi-nacional chamada GHQ.

O Shu é um estudante pouco social e com pouco amor-próprio. Um dia encontra uma rapariga no seu esconderijo, e logo uma rapariga que lhe parece ser a vocalista de uma banda de que ele gosta. No entanto, ela é membro de uma organização terrorista e está ferida. Quando a policia aparece e a leva, o Shu fica com uma maquineta e um genoma que ela queria entregar a alguém chamado Gai.

O Shu resolve entregar ele as coisas, envolve-se com o grupo terrorista e descobre um novo poder.

Por enquanto a história é interessante e promissora, se bem que nada de espantoso. O que está realmente muito bem é a animação e o design. Não fosse um trabalho I.G., os cenários estão lindos, num mundo meio tecnológico meio pós-guerra. O design das personagens também está muito bem, a Inori está muito bonita. Uns quandos mechas à mistura, muitos efeitos estéticos e cores bonitas.

Também a banda sonora me chamou à atenção e a voz da Ai Kayano (Inori) está muito bem aproveitada.

Esta é, sem dúvida e à parte de sequelas, a série que mais me interessou nesta nova temporada.